O que é marketplace e quais as diferenças do e-commerce próprio?

o que é marketplace

Não é difícil entender o que é marketplace: basta pensar na operação dos shopping centers.

O conceito é similar, uma vez que a proposta é justamente reunir diversas lojas num único ambiente.

Dependendo do modelo, também podemos defini-lo como um portal de e-commerce colaborativo que conta com a participação de diversos sellers (essa é a terminologia técnica adotada para nomear os vendedores que participam desse tipo de projeto).

Neste artigo, vamos mostrar as vantagens e desvantagens de integrar sua loja virtual aos marketplaces, ajudando você a entender melhor as diferenças em relação ao e-commerce próprio.

Por ora, registre essa informação: o crescimento desses canais tem sido bastante expressiva, alavancando a expansão do e-commerce em todo o mundo.

No caso do Brasil, onde o comércio eletrônico registou um crescimento de 12,1% no primeiro semestre de 2018, os estudos especializados mostram que as vendas via marketplaces têm apresentado taxas bem acima das médias do mercado.

Para se ter ideia, de 2016 para 2017, o segmento de marketplaces de produtos novos e usados teve um crescimento nominal de 62,4%. É isso o que mostra a 38ª. edição do Webshoppers, da E-bit/Nielsen.

Vamos entender mais sobre a importância desse modelo de negócio?

O que é marketplace: entenda a evolução dos negócios

Para esclarecer de vez o que é marketplace, é importante retomar a origem desse tipo de operação. Como era de se esperar, já que o país é uma potência na área de e-commerce, a primeira plataforma desse tipo nasceu nos Estados Unidos.

Ainda em 2006, a Amazon, que até vendia apenas livros, resolveu agregar novos produtos à operação apostando na comercialização de itens comercializados por outras empresas.

O objetivo da gigante norte-americana, que seria replicado em todo o mundo, era aproveitar o alto tráfego de clientes no seu site para oferecer outros tipos de produtos e gerar receita para o negócio a partir da cobrança de comissões.

Para os sellers, além da audiência, pesava também o fato de o produto aparecer num ambiente adequado, uma vez que se trata de uma marca de grande reputação.

No Brasil as operações de marketplace consolidaram-se alguns anos depois, mas seguindo basicamente o mesmo modelo: funcionam como agregadores de produtos e/ou serviços de diferentes fornecedores.

O Webshoppers, da E-bit/Nielsen, indica como principais players do país nessa área a própria Amazon, além de B2W (Submarino, Lojas Americanas e Shoptime), Magazine Luiza, Mercado Livre, Via Varejo (Casas Bahia e Pontofrio) e Walmart.

Conheça as principais vantagens do marketplace

O alto tráfego de clientes registrado nas plataformas de venda dessas lojas é um diferencial importante dos marketplaces, bem como a sua reputação. Considerando que confiança é um fator crítico para a compra via internet, o aval de uma grande marca pode fazer a diferença na decisão de compra.

Outra questão relevante é o investimento que essas lojas fazem na operação, envolvendo tanto a infraestrutura tecnológica como a questão da divulgação. Nesse último caso, é fato que os grandes varejistas fazem aportes significativos na área de marketing e comunicação.

Para quem precisa ampliar os canais de venda, trata-se de um suporte essencial, principalmente para quem está começando a trabalhar na construção da sua marca no ambiente online ou tem necessidade de ganhar escala.

Entenda a diferença entre marketplace e e-commerce próprio

Apesar do sucesso dos marketplaces, ainda há quem faça confusão entre os modelos de operação. Então, vamos esclarecer: a venda nessas plataformas não substitui a loja própria.

Em outras palavras, a decisão de atuar também nesse modelo deve ser avaliada dentro de uma estratégia multicanal, não como uma iniciativa isolada. A proposta é ampliar as chances de os seus produtos e serviços serem encontrados pelo consumidor em mais de um canal.

Nesse sentido, a não ser que a operação seja muito reduzida e que não haja interesse em expandi-la, é muito arriscado deixar de investir numa operação própria. Pense nisso: é a partir da estruturação da sua loja que você vai ganhar escala e desenvolver estratégias que possam diferenciar a operação dos concorrentes.

Dito isso, vamos ver a importância de trabalhar com uma plataforma de e-commerce preparada, do ponto de vista da tecnologia, para ser integrada aos marketplaces.

Dica: hoje JET NEO faz a integração da loja, de forma nativa, com os principais marketplaces do país, como Amazon, B2W, Magazine Luiza, Ricardo Eletro, Carrefour, Ponto Frio, Casa Bahia, Buscapé, Mercado Livre, Walmart, Netshoes.

Saiba como aumentar suas vendas com os marketplaces

Para facilitar a gestão da loja virtual, o ideal, na escolha da plataforma, é ter uma que conte com o chamado hub nativo. Na prática, isso significa que você vai conseguir administrar todas as suas vendas num ambiente único.

Assim, não importa se a venda foi feita no marketplace ou na loja própria (considerando web, mobile ou redes sociais), o gestor consegue ter os devidos controles de todo o processo. Isso ajuda na parte operacional, é claro, mas também faz diferença na própria gestão do marketing e da comunicação.

Num ambiente cada dia mais competitivo, quem almeja uma operação de sucesso não pode abrir mão de estratégias que visam a fidelização do cliente. Nesse sentido, ajuda bastante, por exemplo, ter como acessar rapidamente os relatórios que detalham a movimentação da loja de forma integrada.

Há diferenças entre o ticket médio registrado na loja e no marketplace? Em qual ambiente o seu e-commerce registra mais problemas com abandono de carrinho? As compras têm sido recorrentes nos canais? Enfim, é possível extrair diversas informações e, a partir daí, traçar estratégias mais adequadas para a operação.

Não existe uma fórmula pronta para ter uma loja virtual de alta performance, porém sabemos que uma das vantagens do comércio eletrônico é a possibilidade de monitorar tudo o que acontece na plataforma.

Como você viu neste artigo, não é difícil entender o que é marketplace, nem a sua importância na geração de novos negócios. Os consumidores trafegam por esses ambientes, então, não faz sentido deixar sua marca de fora. Mas lembre-se de que o ideal é priorizar a soma dos esforços!

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