Conheça as 7 maiores tendências de user experience para e-commerce

user experience

Proporcionar um ambiente agradável, fácil de usar e seguro para as compras do seu cliente. É isso o que está por trás do conceito de user experience.

Como veremos neste artigo, é praticamente impossível ter um e-commerce de sucesso sem investir em boas práticas nessa frente, que vai além da questão do layout da loja ou mesmo da usabilidade.

Detalhe importante: experiência do usuário é um tema que deve ser tratado com prioridade pelos gestores, até pela necessidade de atualização constante.

Separamos 7 tendências de UX para e-commerce que você precisa acompanhar de perto para manter o seu negócio up to date. Confira!

1- Invista em mobile first

O uso dos dispositivos móveis para acesso à internet não é uma tendência, e sim realidade do mercado. No caso das redes sociais, por exemplo, a virada de chave aconteceu e hoje a preferência é pelo smartphone.

Quem tem uma loja online não pode ignorar esse fato, uma vez que isso vai representar prejuízo nas vendas.

Segundo a 39ª. edição do Webshoppers, mobile commerce representou 42,8% de todos os pedidos do e-commerce do Brasil em janeiro de 2019.

Preparar a loja para esse ambiente vai além de ter um site responsivo, que se adapte a qualquer dispositivo. Devido a importância do acesso mobile, a recomendação é investir no conceito mobile first. Ou seja, as funcionalidades da loja devem priorizar o acesso via aparelhos celulares.

Na hora de contratar sua plataforma de e-commerce, certifique-se de que ela atende esse requisito. Além de mais atenção ao layout, essa adaptação exige cuidado com o tempo de carregamento das páginas e emprego de recursos que agilizem o processo de compra.

2- Tenha social login

Usabilidade também tem a ver com as facilidades oferecidas ao cliente na hora da compra, certo? Então, fique atento: não faz sentido que o cliente tenha que preencher longos cadastros ao entrar na sua página.

Mais do que isso, por que deixar de aproveitar as informações que estão disponíveis? É para isso que serve o social login. Se você tiver essa solução na sua plataforma, basta que o consumidor use os dados das suas contas nas redes sociais.

Acredite, isso vai agradar boa parte das pessoas que passam pela sua loja. Afinal, hoje a estimativa é que mais de 90% dos usuários de internet tenham conta em redes sociais.

3- Atenção com o social commerce

A relevância conquistada pelas redes sociais resulta em outra tendência ligada à usabilidade: a necessidade de investir no social commerce. De forma resumida, isso quer dizer que não se trata apenas de enxergar essas plataformas como canal de vendas.

Elas são importantes pontos de interação entre os consumidores e as marcas, portanto, a presença das lojas nesses ambientes deve fazer parte do planejamento estratégico do e-commerce.

É imprescindível monitorar tudo o que acontece em suas páginas e, principalmente, garantir que o fluxo de informação entre os diversos canais esteja devidamente integrado.

Dica: escolha uma plataforma de e-commerce omnichannel, uma vez que isso vai facilitar bastante a gestão da operação!

3- Aposte no uso de vídeos

O consumo de vídeos na internet cresce de forma exponencial. Para se ter ideia, diversos estudos indicam que, até 2020, 80% do tráfego na web envolverá esse tipo de formato.

Se você tem uma plataforma de vendas online, aproveitar melhor os recursos audiovisuais pode fazer toda a diferença.

Tutoriais sobre os produtos, vídeos de apresentação, animações, enfim, é extenso o leque de opções que podem ser usadas nessa área, ajudando a melhorar a conversão da sua loja.

4- Adote o checkout inteligente

Quando se pensa em UX para e-commerce, o principal é valorizar a experiência do usuário na loja, a forma como ele consegue selecionar os itens de sua preferência e, claro, finalizar a compra.

Empresas especializadas no desenvolvimento de soluções para comércio eletrônico têm como prioridade, então, encontrar soluções que facilitem o processo de compra.

O que a loja ganha com isso? Aumento na conversão, afinal, o usuário encontra um ambiente mais amigável, planejado de acordo com as suas necessidades.

Um ótimo exemplo disso é justamente o chamado checkout inteligente.  Com ele, o cliente consegue:

– finalizar a compra mesmo sem cadastro (por meio do login social);

– conta com recursos diferenciados, como o auxílio visual para o preenchimento dos dados do cartão de crédito.

5- Avalie as opções de machine learning

Num futuro próximo, será difícil imaginar um e-commerce que não faça uso de machine learning. O tal do “aprendizado da máquina” tem pouco a ver com soluções mirabolantes dos filmes de ficção científica.

O que temos visto na prática é o emprego de soluções desenvolvidas e executadas a partir do uso de programas específicos. Em última instância, então, estamos falando sobre a evolução dos sistemas de automação.

Por que podemos considerar machine learning importante para a usabilidade dos e-commerces? Simples, recursos como os dos chatbots utilizados no atendimento ao cliente garantem mais facilidades para os clientes.

São bastante úteis, por exemplo, para viabilizar o autoatendimento. Os e-consumidores têm essa característica, gostam de estar no controle do processo de compra, resolver as questões no seu tempo. Nesse caso, são bem-vindo o uso desses sistemas, responsáveis por orientar o cliente durante a sua jornada de compra.

6- Abuse dos recursos gráficos

Eis aqui uma das principais regras de qualquer projeto de UX: o cuidado com os elementos visuais da loja. Isso passa pelo layout (daí a necessidade de trabalhar com algo que seja customizado para o e-commerce) e pelo emprego adequado de imagens, gráficos etc.

Respeitando as particularidades de cada negócio, os recursos visuais são essenciais para garantir que a apresentação dos produtos seja feita de forma apropriada.

Assim, no caso de varejo de moda online, por exemplo, é impossível abrir mão de soluções tecnológicas que valorizem a exibição dos diferenciais de cada mercadoria.

É o que acontece com o emprego da Vitrine Interativa. O cliente pode efetuar a compra direto na vitrine, escolhendo atributos como cor, tamanho e modelo.

7- Use os aplicativos

Citamos no início do texto a importância do mobile commerce. Uma das implicações dessa mudança que está ocorrendo no mercado é o uso dos aplicativos de mensagens pelos compradores.

Não é difícil entender o fenômeno. Se hoje passamos boa parte do nosso tempo de olho em apps como WhatsApp, por que não usar o canal para nos relacionarmos com as marcas de nossa preferência?

Para as lojas, um dos empecilhos no uso desses canais é a falta de segurança e também os problemas de gestão da informação.

Mas já existe soluções apropriadas para otimizar as vendas via aplicativos de mensagens. É caso do ZapCommerce, que permite que a loja converse com o cliente, envie sugestões de produtos e feche a venda num ambiente seguro.

O melhor da história? O sistema é integrado à plataforma de e-commerce, então, todas as informações sobre aquela venda são devidamente registradas e podem ser administradas num único painel.

Ter um projeto de user experience para e-commerce, como você viu, é mandatório para o sucesso das operações de comércio eletrônico. Afinal, sem investir na usabilidade, é muito difícil melhorar os índices de conversão. As compras não acontecem por acaso, os clientes precisam ser direcionados nesse sentido.

Gostou do artigo? Quer saber mais sobre o que fazer para tornar o seu comércio eletrônico mais atrativo? Baixe agora nosso eBook sobre Omnicanalidade. Saber como aproveitar ao máximo o potencial de cada canal é o primeiro passo para ser bem-sucedido nessa área!

 

Posts relacionados


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *