ZapCommerce: ferramenta evolui para atender demandas do varejo

Quando a JET nasceu, em 1999, o comércio eletrônico era praticamente inexistente no Brasil, até porque começava a ser consolidada a infraestrutura para viabilizar a difusão da internet no país.

Nos últimos 20 anos, a empresa tem acompanhado de perto a evolução de um dos setores econômicos que mais crescem no país e trabalhado para apoiar esse desenvolvimento, investindo em soluções que viabilizam o crescimento dos negócios online.

Hoje, além da JET Neo, plataforma omnichannel adotada por alguns dos principais e-commerces do país, a empresa orgulha-se também dos resultados obtidos com o ZapCommerce.

Como a história começou

Lançado em 2018, o app foi desenvolvido internamente, a partir de um spin-off (valorizando o intraempreendedorismo), e tem um papel fundamental no dia a dia dos varejistas, uma vez que viabiliza a venda via serviços de mensageria, facilitando não apenas a interação com o consumidor, mas o próprio processo de gestão da venda por parte da operação.

“O lançamento do ZapCommerce foi uma importante contribuição para fortalecermos o nosso DNA omnichannel, fundamental para o sucesso das empresas que atuam no ambiente digital”, explica Gustavo Chapchap, CMO da JET e líder do Comitê de E-commerce da Abradi (Associação Brasileira dos Agentes Digitais).

Ele observa que é a partir desse pensamento mais estratégico sobre a ominicanalidade que a JET cumpre a sua missão de ajudar os clientes a participar ou entrar num dos mercados mais concorridos do varejo nacional.

A importância desse processo foi evidenciada em 2020, quando de uma hora para outra as empresas tiveram que fechar ou restringir o acesso às lojas físicas.

Para quem já estava preparado para atuar com o comércio eletrônico, a virada de chave aconteceu de forma mais rápida e, assim, foi possível garantir parte do faturamento.

Equipes ampliadas: uma das vantagens do ZapCommerce

Refletindo sobre os desafios enfrentados pelo varejo, uma das principais transformações diz respeito à possibilidade de as empresas transformarem seus vendedores em consultores digitais.

Durante o período de vigência das medidas de distanciamento social, muitas lojas tiveram que colocar seus profissionais em casa.

Porém, com uma solução de vendas como o ZapCommerce, as operações têm como fazer com que eles continuem atendendo aos clientes.

E, no pós-pandemia, não faz sentido que esse tipo de recurso deixe de ser empregado, até porque esse tipo de atuação permite uma maior aproximação entre o cliente e a marca.

“Aquele vendedor que fica esperando o cliente entrar na loja não tem mais espaço em nenhum tipo de empresa. E isso não vai mudar no pós-pandemia. Esse modelo de vendas ativo, baseado no relacionamento, deve ser implantado rapidamente por quem ainda não fez”, argumenta Gustavo, lembrando que essas mudanças já estavam em curso e foram aceleradas pela pandemia.

O principal, então, é entender que o papel da equipe de vendas deve ser ativo. E, com as novas soluções, os vendedores têm como organizar melhor sua abordagem do cliente e, assim, encontrar formas de minimizar possíveis objeções à compra online.

A proposta é que o consumidor possa ter toda a proximidade encontrada na loja física, ainda que a finalização da compra ocorra no ambiente digital.

É importante considerar que, nesse caso, a empresa também reforça sua área de atendimento, que ganha mais eficiência. Afinal, geralmente, a força de vendas tem habilidades para promover mais engajamento.

Outra questão relevante é a possibilidade de envolver os vendedores da loja física com o ambiente online, acabando de vez com aquele clima de disputa que existe entre as operações.

Sem falar que, com o uso de uma ferramenta como o ZapCommerce, a operação consegue viabilizar outros modelos de negócio, como a revenda (por parte de parceiros) ou a criação de programas de afiliados.

No passado, um dos empecilhos para esses projetos era a falta de controle sobre a apresentação dos produtos e até mesmo a política de preços que seria adotada pelos parceiros.

Segundo Gustavo, com o ZapCommerce esse tipo de problema é minimizado, uma vez que o lojista consegue administrar como será feita a configuração de diferentes catálogos de produtos.

Na outra ponta, a loja licenciada ou franqueada pode atuar de forma customizada, organizando o catálogo de produtos e toda a operação de cadastro de vendedores.

Foco nas informações

Ciente das necessidades dos clientes, o ZapCommerce hoje também atende às demandas relacionadas ao emprego das estratégias de business inteligence.

Nas atualizações feitas em 2020 no aplicativo, o foco foi este: garantir mais camadas de inteligência para que o cliente pudesse ter uma gestão de venda mais alinhada com a realidade do atual ambiente mercadológico.

Este é um aspecto importante para o momento vivido pelo varejo. A aceleração da transformação digital do setor mostrou a relevância, por exemplo, dos programas de CRM.

“Não faz sentido que a força de vendas que atua na loja física deixe de trabalhar na ativação dos clientes que foram conquistados no período de distanciamento social. Muitos consumidores fizeram suas primeiras compras na internet e as empresas precisam aproveitar essa oportunidade”, analisa Gustavo.

Por que esperar o cliente ir até à loja?

Para realizar esse trabalho mais ativo, contudo, é imprescindível a organização da base de dados.

Com o aumento da interação com o público (o que acontece nessa comunicação via WhatsApp), é possível obter dados valiosos sobre o comportamento do consumidor.

Contudo, saber como usar essas informações para transformá-las em conhecimentos e, claro, em insights para as vendas, é um dos desafios atuais para as empresas.

Negócios acelerados

Entre os clientes do ZapCommerce, Gustavo explica que têm se multiplicado os cases de sucesso, justamente nas empresas que entenderam a importância da venda baseada no relacionamento.

É o caso de projetos como Compra Zap, do Grupo Ancar, que usa as funcionalidades do ZapCommerce para apoiar os lojistas. “É uma transformação do varejo, que agora prioriza a conexão, colocando em prática o conceito omnichannel”, afirma Gustavo.

Para se ter ideia da importância do uso desse tipo de ferramenta, hoje são mais de 50 shopping centers como clientes fornecendo o ZapCommerce para mais de 10 mil lojas físicas.

No total, são 100 mil vendedores trabalhando com os contatos das pessoas, ofertando produtos do e-commerce.

Iniciativas como esta e de outras dezenas de empresas que adotam a ferramenta evidenciam a vantagem de apps como o ZapCommerce: a loja garante toda a assistência ao consumidor na hora da compra, assim como acontece na loja física.

Isso ocorre, por exemplo, quando o vendedor envia ofertas personalizadas e, a distância, faz todo o processo de encaminhamento da venda, até chegar no pagamento.

As iniciativas serão mais bem-feitas se o e-commerce:

— conhecer o público-alvo;

— automatizar os processos da loja;

— investir na personalização do atendimento e da comunicação;

— sincronizar os canais;

— focar no relacionamento e não no simples atendimento;

— redobrar a atenção com as possibilidades de inovação, tanto na operação como nas estratégias.

As mudanças têm sido radicais para o mercado, mas, mesmo num período de crise, os aprendizados podem (e devem) ser mais bem aproveitados.

Na JET, a prioridade continua focada na melhora dos índices de conversão dos clientes. A plataforma JET NEO e o ZapCommerce têm excelentes resultados nessa área, superiores ao da concorrência, mas a equipe trabalha em inovações e ouvido o feedback dos clientes para entregar soluções com ainda mais performance.

“Quando se analisam as condições gerais do mercado brasileiro de e-commerce, o aumento da taxa de conversão é um desafio comum. Essa frente exige atenção, uma vez que o crescimento do setor deve tornar a concorrência mais acirrada”, finaliza Gustavo.

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