ZapCommerce: vendedores mais ativos e conectados com os clientes

Nunca se falou tanto sobre transformação digital, mas nem sempre temos a dimensão exata das mudanças que estão acontecendo no dia a dia da indústria e do varejo.

Para começar, é importante entender que o investimento nas plataformas de vendas online deixou de ser uma tendência para virar pendência.

Ou seja, o comércio eletrônico não pode mais ser visto como uma estratégia que pode ajudar a alavancar o crescimento da operação. Na maioria dos casos, será uma questão de sobrevivência.

Neste artigo, vamos entender melhor o que está acontecendo nessa área e, principalmente, avaliar os novos modos de atuação diante do cenário atual. Confira!

Porque a adesão ao e-commerce tornou-se prioritária

Podemos ser taxativos em relação à adesão ao comércio eletrônico porque 2020, em razão das medidas de distanciamento social, acabou por impor para as empresas uma virada de chave radical em relação aos seus modelos de negócio.

A necessidade de integração entre os canais de venda ficou mais evidente durante o auge da pandemia. Mais do que nunca, as lojas passaram a depender da força de cada uma das plataformas.

Para se ter ideia da importância da multicanalidade, basta analisar os dados da última edição do Webshoppers, divulgados no final de setembro:

O levantamento mostra que as operações chamadas de bricks and clicks, ou seja, que atuam tanto na loja física quanto na online, tiveram um crescimento de 61% no faturamento no primeiro semestre deste ano. Com isso, sua participação foi de 73,1% no total de vendas online no país.

Considerando apenas as operações deste tipo de loja, foram 57 milhões de pedidos, com ticket médio de R$ 495. Comparando com o mesmo período de 2019, esses resultados representaram um crescimento de 54% e 4%, respectivamente.

A análise dos resultados confirma a premissa defendida há um bom tempo pelos especialistas de e-commerce: mais do que ser multicanal, as empresas devem ter um sistema de vendas integrado.

A importância das plataformas omnichannel

Numa plataforma de e-commerce omnichannel, como a JET NEO, o conceito adotado é o de “vitrine infinita”, ou seja, é possível vender na loja física o estoque do e-commerce e vice-versa.

E, no caso do comércio eletrônico, vale lembrar que o foco não é apenas o site, uma vez que o lojista tem o mobile, as redes sociais, o televendas e os marketplaces, além da venda via WhatsApp que acontece por meio de um aplicativo específico para isso, o ZapCommerce.

Para o dia a dia de um varejista ou mesmo de uma indústria, essa visão integrada do processo de vendas faz muita diferença. É a partir daí que é possível adotar novos modelos de atuação para a equipe de vendas.

O seu papel muda bastante, uma vez que a venda pode ser ativa, e não mais passiva. Esta é vantagem desse tipo de solução: elas permitem que o consumidor tenha toda a comodidade da venda online, mas sem abrir mão da proximidade que existe na loja física.

Se este é o caminho mais adequado para as empresas, resta a pergunta: como fazer o engajamento dos vendedores da loja física com o e-commerce?

É o que vamos tratar na sequência, confira!

Como ampliar a força de vendas

Com o emprego de aplicativos adequados para isso, como é o caso do ZapCommerce, o aumento da força de vendas ocorre sem a necessidade de investimentos na estrutura da empresa.

Primeiro, porque a loja tem como usar a experiência e o network dos seus próprios vendedores. Neste caso, a proposta é que eles se relacionem com os clientes via serviços de mensageria como WhatsApp, Instagram Direct ou Facebook messenger.

Mas, atenção, a palavra-chave aqui não é vendas, e sim relacionamento. Quanto maior a proximidade com o cliente, maiores as chances de que a oferta seja adequada para a sua necessidade.

Lá no final do processo isso significa, claro, mais vendas, no entanto isso vai acontecer de forma natural, uma vez que foi estabelecida uma relação de confiança com o público.

O principal é entender que não se trata apenas do uso desta ou daquela plataforma, e sim do fato de a operação conseguir fazer a integração efetiva dos seus canais.

Assim, se o consumidor foi a uma loja física e não encontrou o que precisava, o vendedor vai estimular a finalização da compra pela internet. E se a pessoa deseja comprar um produto online, porém, gostaria de o conhecer antes, ter mais detalhes, o varejista vai facilitar esse processo.

A partir deste conceito, além de usar os seus próprios vendedores, as operações também podem ampliar a força de vendas a partir da adoção de outros modelos de negócios.

Para uma empresa B2B, por exemplo, que até então não estabelecia este contato direto com o público, o ZapCommerce viabiliza tanto a venda direta como o cadastro de revendedores responsáveis por essa negociação, sem interferir nas vendas do varejo.

No caso das redes de franquias, essa possibilidade de cadastrar catálogos de produtos específicos garante mais liberdade para as lojas. Com um modelo desse tipo, então, perdem as objeções de atuar com o e-commerce.

Para o consumidor final, o que importa é o acesso aos produtos e, claro, a garantia de poder finalizar o processo de compra num ambiente seguro.

E se a loja estabelece essa interação a partir dos seus próprios vendedores, está preservada aquela relação de confiança, tão importante para os negócios locais.

Tendência é de crescimento acelerado para o e-commerce

Para quem ainda tem dúvidas sobre a necessidade de investir num sistema de vendas integrado, vale observar o que aconteceu no mercado nos últimos meses.

Segundo dados divulgados pela ABComm – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, de janeiro a agosto de 2020 o varejo digital cresceu 56,6%, comparando com o mesmo período de 2019.

O número de transações efetuadas também aumentou bastante: 65,7%, indo de 63,4 bilhões para 105,6 bilhões nos seis primeiros meses de 2020.

Com esse crescimento, a entidade projeta para 2020 um aumento de 30% no acumulado anual. Para se ter ideia, no final de 2019 a previsão era crescer 18%.

Entre as categorias que mais se destacaram, chama a atenção a de Beleza e Perfumaria, que teve um faturamento 107,4% maior do que o do ano passado, alcançando um total de R$ 2,11 bilhões.

Outro dado importante desta pesquisa realizada pelo Movimento Compre & Confie, em parceria com a (ABComm), é a expansão no número de lojas online: 135 mil lojas aderiram às vendas pelo comércio eletrônico após a pandemia.

A justificativa é simples: para muitas empresas, a única forma de continuar girando os negócios foi investir num sistema eletrônico. E, mesmo com a retomada das atividades, a tendência é que o foco se mantenha no digital, até porque o consumidor não deve abandonar alguns dos hábitos adquiridos durante a pandemia.

A Fecomércio-SP divulgou, no final de setembro, uma pesquisa que confirma o aumento da participação do comércio eletrônico nas vendas do varejo no estado de São Paulo, o principal mercado consumidor do país.

A participação do e-commerce passou de 2,9% para 3,7%. Para se ter ideia, foi a mesma taxa de crescimento registrada entre 2013 e 2019. Ou seja, em apenas seis meses de pandemia a participação do comércio eletrônico no varejo cresceu o equivalente a seis anos anteriores.

A expectativa da própria Fecomércio é que na capital paulista, por exemplo, o e-commerce chegue no final de 2020 a algo em torno de 7% de participação do total das vendas do varejo. Para o estado de São Paulo, a projeção da entidade é que a fatia do comércio online feche o ano com 5%.

Neste novo ambiente, há algo certo: mesmo com a abertura das lojas, as empresas devem continuar valorizando a experiência online do consumidor, que envolve todas as etapas da venda, da escolha do produto ao pós-venda.

Ampliar a força de vendas nesse cenário, estimulando uma atuação mais ativa da equipe, é fundamental para garantir as iniciativas que visam não apenas a atração, mas principalmente a retenção de clientes.

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